15/05/11

Mário Anacleto - Uma voz que permanece

Mário Anacleto
Inopinadamente, em plena pujança das suas faculdades artísticas, o coração de Mário Anacleto parou, em 8 de Novembro de 2010, deixando-nos surpresos e mudos perante a notícia da sua morte.
Foi uma perda para a música e para as letras, tal como o foi para a Família e para Rio Meão, sua terra natal, e para Paços de Brandão, onde abriu sulcos para novas lavras da cultura e do saber.
Tenor de vastos recursos e com diversas formaturas, foi dirigente de coros, Mestre e Director do Conservatório do Porto e experimentou a composição, a poesia e o jornalismo, deixando vincada, em cada um destes campos, a sua marca pessoal. Depois de “Fado, itinerário de uma cultura viva”, “Crónicas dos dias bons” e do CD “Coimbra moro em ti”, com fados de Coimbra, “Tango na Madrugada” (Porto, 2010), publicado em edição de autor, foi o seu canto de cisne.
Embora inacabada, a sua obra perdurará, para memória futura de uma voz que, fazendo falta, ainda permanece viva e nos encanta.
Mário Anacleto deu alguns espectáculos em Ovar, um deles nos Paços do Concelho, outro na Igreja Matriz, com música clássica, e o último, ainda recentemente, no Centro de Arte de Ovar, com fados de Coimbra.

Mário Anacleto no fim do Concerto na Igreja Matriz de Ovar

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